Alemdasaulas's Blog

Isto é uma espécie de portofolio ;P

Queda para a Geologia? março 22, 2015

Aqui fica um trabalho delicioso do Prof. Dr. Carlos Marques da Silva com o sentido de humor que lhe é característico.

É uma espécie de teste diagnóstico;)

1G 2G 3G 4g 5g 6g 7g 8g 9 10 11g 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22G 23 24 25 26

 

Protegido: Ocupação antrópica- orientações para os trabalhos de grupo março 19, 2015

Filed under: Uncategorized — alemdasaulas @ 10:13

Este conteúdo está protegido por senha. Para vê-lo, digite sua senha abaixo:

 

A urina é de que cor? março 16, 2015

Filed under: Uncategorized — alemdasaulas @ 15:17
Tags:

A urina costuma, em situações normais, apresentar a cor amarela sendo mais ou menos intensa essa cor dependendo da maior ou menor quantidade de água presente.

Contudo, há doenças que alteram essa cor. Determinados alimentos também a podem alterar tal como alguns medicamentos.

Aqui fica o resultado de uma pesquisa feita sobre este tema. (http://www.mdsaude.com/2008/10/urina-colorida.HTML)

A cor da urina pode ser um sinal de doença ou apenas um achado interessante sem nenhum significado clínico. Mesmo a urina normal pode apresentar variações na sua coloração, porém, mantendo-se sempre próximo ao espectro da cor amarela. Uma urina de cor diferente, seja ela verde, azul, vermelha ou até roxa, deve ser sempre avaliada por um médico.

Neste texto vamos abordar as causas mais comuns de urina de cor diferente, incluindo as seguintes colorações:

  • Urina amarela escura.
  • Urina roxa.
  • Urina laranja.
  • Urina verde.
  • Urina vermelha .
  • Urina rosa.
  • Urina azul.
  • Urina preta.

Urina Amarela escura

Urina escura

A cor natural da urina varia de amarelo bem claro até amarelo escuro. Quanto mais hidratada a pessoa estiver, mais clara a urina será. Uma urina acastanhada ou amarela escura normalmente é uma urina extremamente concentrada devido a pouca quantidade de água para diluí-la.

Algumas doenças como hepatite, que cursam com a presença de bilirrubina na urina, podem apresentar uma urina escurecida, às vezes semelhantes ao mate ou até mesmo Coca-Cola (leia: HEPATITE | Sintomas e tipos).

A presença de sangue em pequenas quantidades também pode levar a uma urina amarelo escuro.

Entre os medicamentos, o Metronidazol é aquele que mais comumente causa escurecimento do amarelo da urina.

Urina Roxa:

urina roxa

Uma urina arroxeada pode ser causada por infecção urinária, em geral, por bactérias que alcalinizam a urina, como a Providencia stuartii, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli ou Enterococcus.

A urina roxa causada por uma infecção urinária é um achado incomum e ocorre geralmente em pacientes acamados, que usam cateter vesical de forma prolongada (leia: INFECÇÃO URINÁRIA | CISTITE). Na foto ao lado, o paciente estava infectado pela bactéria Pseudomonas aeruginosa.

A urina também pode apresentar um tom arroxeado se o paciente ingerir grandes quantidades de amoras ou beterraba.

Urina Laranja:

Urina laranja

Uma urina muito concentrada também pode assumir uma coloração alaranjada. Porém, a urina laranja é geralmente uma urina vermelha diluída (ver causas de urina vermelha abaixo). A presença de sangue na urina é a causa mais comum.

Ingestão de beterraba, cenoura e amoras silvestres podem levar a uma urina alaranjada. Alimentos com corantes de cor laranja ou vermelha também podem ser a causa.

Entre os medicamentos, os mais comuns são a Rifampicina, Pyridium e a Nitrofurantoína. Ingestão de vitamina B, principalmente a Riboflavina (Vitamina B2), também levam à urina alaranjada.

Urina verde:

Urina verde

A urina verde é normalmente causada pela ingestão de corantes, principalmente o azul de metileno.

Entre os alimentos, o aspargo é quem mais frequentemente provoca esta alteração na cor.

Raramente, uma infecção urinária é a causa de uma urina verde. A bactéria que pode tornar a urina esverdeada é a Pseudomonas aeruginosa.

Entre os medicamentos que tornam a urina verde, os mais comuns são a Amitriptilina, Propofol e Indometacina.

Urina vermelha ou rosa:

Urina vermelha, em geral, é sinal de sangramento nas vias urinárias (leia: HEMATÚRIA (URINA COM SANGUE)), mas pode ser causada também por medicamentos e alimentos:

Laxantes, principalmente os que possuem Sena em sua fórmula, Rifampicina, Pyridium, vitamina B, beterraba e amoras são causas descritas. Anticoagulantes como Varfarina e heparina, podem levar à hematúria e, consequentemente, urina avermelhada.

Uma doença chamada metahemoglobinemia também pode ser a causa.

Em uma pessoa com boa hidratação, a urina vermelha pode ficar diluída pela água e se apresentar mais rosada ou alaranjada. Ao longo do dia, a urina pode variar entre vermelho, rosa ou laranja, dependendo da quantidade de água para diluí-la.

Urina Azul:

Urina azul

Normalmente a urina azulada é causada por medicamentos ou ingestão de corantes, como azul de metileno. Assim como na urina verde, a infecção pela bactéria Pseudomonas aeruginosa pode causar uma urina azulada.

Drogas descritas como causas de urina azul incluem Triantereno, amitriptilina, indometacina e o famoso Viagra.

Existe uma doença genética metabólica, chamada de síndrome da fralda azul, que é a causa de urina azulada em recém-nascidos.

Urina preta ou marrom escura

Urina preta

Uma urina preta pode ser causada por uma doença genética rara chamada de Alcaptonúria.

Uma urina muito concentrada, que também contenha sangue, pode adquirir uma cor bem escura. Nos casos de icterícia a urina pode ficar com cor bem castanha escura, semelhante à Coca-Cola (leia: ICTERÍCIA | Neonatal e adulto).

Entre os medicamentos, aqueles que podem causar uma urina preta são: Cloroquina, Levodopa, Metronidazol, Metildopa e Hidroquinona

Outras alterações além da cor

Além da cor, o aspecto da urina pode ser uma dica para se identificar doenças precocemente.

Uma urina com excesso de espuma sugere a presença de proteínas (leia: PROTEINÚRIA, URINA ESPUMOSA E SÍNDROME NEFRÓTICA), que é um sinal de doença renal. Uma urina “leitosa” pode significar a presença de pus. Uma urina com odor forte indica que a mesma está muito concentrada,  favorecendo a formação de cálculo renal (leia: CÁLCULO RENAL | PEDRA NOS RINS | Sintomas da cólica renal).

Uma urina saudável tem cor amarelo clara, quase transparente, sem cheiro, com uma quantidade pequena de espuma e não causa dor ou desconforto ao urinar.

 

Evolução e extinção- alguns sites interessantes. março 13, 2015

Filed under: Uncategorized — alemdasaulas @ 20:02
Tags: ,

ÎEvolução e extinção PBS. Evolution & Extinction http://www.pbs.org/wgbh/evolution/extinction/ BBC. Mass Extinctions http://www.bbc.co.uk/education/darwin/exfiles/massintro.htm BBC. Evolution Web site http://www.bbc.co.uk/education/darwin/index.shtml University of California. Museum of Paleontology. The Evolution Wing http://www.ucmp.berkeley.edu/history/evolution.html National Geographic. Estaria Darwin errado? http://www.nationalgeographic.pt/revista/1104/feature5/default.asp

 

Tempo geológico

Filed under: Uncategorized — alemdasaulas @ 19:45

“Como era o pré-câmbrico?”

Fica aqui o site para consultarem ;).

http://www.scotese.com/earth.htm

Para aguçar a curiosidade uma previsão para um futuro “próximo”;)

Futuro

 

Fóssil

Filed under: Uncategorized — alemdasaulas @ 19:36
Tags: , , , ,

Fóssil (substantivo masculino): Todo e qualquer vestígio identificável, corpóreo ou de actividade orgânica, de organismos do passado, conservado em contextos geológicos, isto é, nas rochas ou mesmo em outros fósseis (do latim fossile < fossu, cavado, retirado do chão cavando).

N.B.- Não há limites cronológicos, temporais, mínimos para os fósseis. Um objecto biológico não se torna um fóssil apenas depois de um determinado número de milhares ou de milhões de anos enterrado… Não é a duração do enterramento que define o fóssil, mas sim a sua génese e o seu contexto presente. Se se trata de um objecto com origem biológica identificável (um dente, uma folha, uma pegada, um osso, etc.) e está, ou esteve, inserido num contexto geológico (enterrado em areia, petrificado, inserido numa rocha ou incluído no gelo de um glaciar, em âmbar ou em asfalto, etc.), então é um fóssil, independentemente do tempo decorrido desde o seu enterramento.

Por exemplo, neste preciso momento, em ambientes marinhos de pequena profundidade, ao longo de toda a costa portuguesa, estão a ser enterrados vestígios orgânicos (conchas, carapaças, etc.) por processos de geodinâmica externa. Ou seja, estão a formar-se os fósseis que daqui a uma dezena de milhões de anos terão 10 Ma de idade. Presentemente, esses vestígios fossilizados são extremamente recentes, têm muito pouco tempo de idade, mas o facto de serem restos orgânicos enterrados num contexto geológico torna-os, inequivocamente, fósseis. É a conjugação de duas realidades distintas, a biológica e a geológica, que define o fóssil. – ESTE ASPECTO não costuma ser discutido, mas deveria.

F1          f2

(…)

Tipos de fósseis

Somatofóssil: Fóssil de restos somáticos (isto é, do corpo) de organismos do passado. 

Por exemplo, são somatofósseis os fósseis (mineralizações, incarbonizações ou moldes) de dentes, de carapaças, de folhas, de conchas, de troncos, de ossos,… ou o corpo inteiro em casos excepcionais;

Icnofóssil: Fóssil de vestígios de actividade biológica de organismos do passado. Por exemplo, são icnofósseis os fósseis (mineralizações, incarbonizações ou moldes) de pegadas, de pistas de deslocação, de marcas de dentadas, de excrementos, de ovos, de túneis e de galerias de habitação, etc.

F3

Principais actividades produtoras de icnostruturas

F5

Deslocação

estruturas produzidas: pegadas, pistas, trilhos, etc.

 Alimentação

estruturas: marcas de dentadas, gastrólitos, coprólitos, etc.

Habitação

estruturas: galerias, tocas, túneis, etc.

Reprodução

estruturas: ovos, posturas, ninhos, etc

FONTES: 

http://paleoviva.fc.ul.pt/pdfdivulgpaleo/Guiaprofs01.pdf

http://webpages.fc.ul.pt/~cmsilva/Aulas/Aulaspag/Geofcul2.htm EXCELENTES materiais do Prof. Dr. Carlos Marques da Silva   

http://fossil.uc.pt/pags/fossil.dwt

 

Estratos

Em séries sedimentares que sofreram dobramentos pode acontecer que os estratos fiquem invertidos o que constitui um dos casos de excepção à aplicação directa do Princípio da Sobreposição.

Descobrir, num pequeno afloramento, a posição original dos estratos, pode ser um quebra cabeças. Contudo, há registos que podem, ao terem ficado preservados… ajudar muito a saber a polaridade dos estratos.

estratos

Marcas fósseis como pingo de chuva, fendas de retracção, marcas de ondulação que se formam à superfície também são preciosos indicadores da orientação dos estratos onde aparecem (topo).

Outro aspecto a ter em conta é a granoselecção (caso estejamos a tratar de rochas detríticas) e neste caso a variação lateral pode ainda denunciar fenómenos de transgressão ou de regressão, vejamos:

granosseleção

Fonte:

http://geostoriaestpal.blogspot.pt/2008/10/j-foi-vista-definio-de-estratigrafia-os.html

 

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 45 outros seguidores