Alemdasaulas's Blog

Isto é uma espécie de portofolio ;P

Por que os animais pré-históricos eram gigantes? | Minuto da Terra janeiro 6, 2018

– Que termo científico pode substituir a expressão “alguma COISA MALUCA acontece” no relato feito aos 0:14? Que fatores podem estar a ser ilustrados pelo derrame de uma “poção” sobre a tartaruga que a pode transformar numa Tartaruga Ninja Gigante?
RELATIVAMENTE AOS INSETOS
– Como é justificado o corpo minúsculo da maioria dos insetos atuais?
– Que relação se pode estabelecer entre: tipo de hematose e sua eficiência- respiração celular- metabolismo celular- tamanho do organismo?
– Que condição atmosférica pode explicar o gigantismo dos insetos num determinado período do passado geológico? Há quanto tempo o gigantismo dos insetos era frequente? O que pode estar na origem dessas condições?
RELATIVAMENTE AOS DINOSSAÚRIOS
– Que mudança anatómica pode ter ocorrido para que os dinossáurios possam ter ultrapassado o tamanho previsto pela lei matemática que relaciona volume e peso? E comportamental?
RELATIVAMENTE AOS MAMÍFEROS
– O que pode explicar o record de tamanho da baleia-azul?

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Malária e avanços biotecnológicos junho 30, 2017

(Publicitado no FB pelo Dr. Afonso Duarte)

 

Impactes dos Fogos Florestais fevereiro 19, 2017

Publicitado pela Professora Sofia Ribeiro, no FB

https://www.rtp.pt/play/p3148/e274572/biosfera

 

 

Erosão dos solos

 

Descobertas formas de vida com mais de 10 mil anos dentro de cristais gigantes

Fonte:

https://www.publico.pt/2017/02/18/ciencia/noticia/descobertos-microorganismos-com-mais-de-10-mil-anos-adormecidos-em-cristais-gigantes-1762526

Os microorganismos foram encontrados em fluidos encapsulados nos cristais gigantes da gruta de Naica

“Foram encontradas no México 40 estirpes diferentes de micróbios e alguns vírus que têm entre 10 mil a 50 mil anos. Estes microorganismos foram detectados em fase de dormência, a partir de amostras de fluidos encapsulados nos cristais gigantes da gruta de Naica, estado mexicano de Chihuahua, local em que os cristais podem atingir vários metros de altura. Para além de ter sido detectada a presença destes organismos, a equipa de investigadores liderada por Penelope Boston, directora do Instituto de Astrobiologia da NASA, conseguiu reanimá-los em laboratório.

Alguns estudos anteriores apontavam para que os cristais de gipsite presentes na gruta pudessem ter mais de 500 mil anos. Tendo por base cálculos feitos relativamente ao ritmo de crescimento destas formações e à localização dos micróbios dentro desses cristais, estima-se que estes organismos possam ter entre 10 mil a 50 mil anos.

Em declarações à Associated Press, Penelope Boston afirmou que estes micróbios são uma forma de “super vida”. “Esta descoberta tem um grande impacto na maneira como entendemos a evolução da vida microbiana neste planeta”, acrescenta a investigadora.

“Já se tinham encontrado organismos muito antigos ainda vivos mas, neste caso, todas estas criaturas são excepcionais – não são parentes próximas de nada que esteja nos bancos de dados genéticos conhecidos”, afirma Boston. De acordo com a cientista, os parentes mais próximos das estirpes encontradas são, ainda assim, 10% diferentes a nível do genoma, uma diferença tão grande como a que separa os humanos dos cogumelos.

Estas conclusões foram apresentadas num congresso de ciência (American Association for the Advancement of Science) e são o resultado de nove anos de pesquisa. Ainda assim, só agora está a ser escrito um artigo para uma publicação científica e os resultados não foram ainda sujeitos a revisão por pares, um dos processos mais importantes na confirmação de uma descoberta científica. A National Geographic diz que, caso se confirmem as conclusões do estudo, esta descoberta é mais uma prova de que a vida microbiana na Terra consegue sobreviver em condições extremas e em lugares inóspitos.

As formações pontiagudas de gipsite demoraram milhões de anos a formarem-se e não são perfeitas: existem algumas partes ocas que permitiram a acumulação de fluidos.

Foi dessas lacunas que a equipa de Boston, em 2008 e 2009, retirou amostras desses líquidos para análise, utilizando ferramentas esterilizadas. Posteriormente, em laboratório, a equipa de investigadores conseguiu “acordar” os micróbios dormentes e, a partir deles, foi possível desenvolver culturas microbianas, revelou Penelope Boston nesta sexta-feira.

Para a investigadora, as condições em que estes micróbios sobrevivem levantam questões relacionadas com a exploração de outros planetas no Sistema Solar, uma vez que as missões espaciais podem aumentar o risco de transporte de micróbios invasivos e de longa duração. Isto gera preocupação no sentido em que pode ser detectada vida noutros planetas que não seja originária de lá mas antes uma evolução dos micróbios terrestres transportados durante uma missão.”

 

Sistemática- cientic janeiro 6, 2015

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Protegido: Banco de questões novembro 19, 2014

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