Alemdasaulas's Blog

Isto é uma espécie de portofolio ;P

INCÊNDIOS outubro 17, 2017

Filed under: Acontece,CTSA,G_BACIAS_HIDROGRÁFICAS,G_ZONA VERTENTE,Uncategorized — alemdasaulas @ 10:51
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Este ano, foi um ano negro, em matéria de incêndios e perdas associadas. Ainda sem a matéria que os contextualiza ter chegado tivemos a oportunidade, em especial no 8.º ano, de falar deles e da destruição que eles provocam em TODOS os subsistemas da Terra e como são muito mais destruidores do que aquilo que se noticia. Mal sabíamos nós que o fogo ia consumir Vagos!!!!!
Todos gostamos de um feriadinho mas estes dois dias, sem aulas, têm sido muito tristes. Não estive segunda-feira na escola pois só tinha aulas à tarde mas a descrição que me fizeram comoveram-me profundamente ao saber que as muitas camionetas chegavam vazias ou quase vazias. Não fui ainda a Vagos- no dia quis ir mas as estradas estavam cortadas- depois disso as estradas eram para quem poderia ajudar com qualidade e efectivamente as populações. Haverá tempo para ajudar.
O tema vai ser abordado nas aulas porque o contexto existe e impõem-se. Havemos de o discutir a frio.
Fica aqui um documento importante:

https://www.portugal.gov.pt/download-ficheiros/ficheiro.aspx?v=3bb9773b-59fb-4099-9de5-a22fdcad1e3b

e outro não menos importante, Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Vagos
PMvagos

E espero, encontrar-vos bem, rapidamente! Beijinhos e um forte xi-coração. Não sendo nascida Vagos é lá que tento, todos os dias, mudar o mundo para melhor! e

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Malária e avanços biotecnológicos junho 30, 2017

(Publicitado no FB pelo Dr. Afonso Duarte)

 

Baunilha junho 24, 2017

 

[Vídeo divulgado no FB pela Prof.ª Elsa Salzedas]

[Vídeos divulgado no FB pelo Prof. Rui Soares]

 

  • Qual é a origem da baunilha natural?
  • O que pode explicar a localização restrita da fonte natural da baunilha natural?
  • Que processo permitiu a sua expansão geográfica?
  • Qual o impacte de diferentes formas de polinização: autopolinização versus  polinização cruzada na diversidade (genética)  intra específica? Que desvantagens/ vantagens resultam da polinização artificial?
  • Considera a introdução uma ou duas espécies de seres vivos em novos biótopos.
    • – Que impactes ecológicos poderão ter a introduções de seres exóticos?
    • – Que vantagens económicas poderão resultar de imediato na introdução não de uma mas das duas espécies relacionadas?
  • Pesquisa o produto que está na base do aroma de baunilha e a forma laboratorial de produção.  Indica o código que como aditivo lhe é atribuído. Identifica-o em rótulos de produtos alimentares e farmacêuticos.
 

Assinatura genética portuguesa junho 18, 2017

http://portugalglorioso.blogspot.pt/2017/06/assinatura-genetica-dos-portugueses.html?m=1

 

  • Procura a localização dos genes referidos no vídeo identificando em que cromossomas estão localizados;
  • Prevê as implicações que esta descoberta poderá ter ao nível da procura de dadores compatíveis para órgãos como a medula.
  • Pesquisa algumas mutações que não tragam vantagens adaptativas e que os portugueses possam ter sido responsáveis pela sua disseminação.

 

 

 

Rochas Ornamentais maio 17, 2017

Filed under: 11.º GEOLO,CTSA,Geologia 11.º,G_RECURSOS,G_ROCHAS — alemdasaulas @ 17:10

Catálogo de Rochas Ornamentais (Portuguesas)- um dos problemas na utilização destes catálogos comerciais é que a grande maioria dos nomes comerciais não nos conduzem a lado nenhum. A área fotográfica de cada amostra nem sempre é representativa, Mas de resto não deixa de ser interessante no auxilio à identificação de rochas e da percepção da adequação das mesmas ao fim a que se destinam.

http://rop.lneg.pt/rop/FormPesquisa.php

 

 

 

Argilas de Aveiro abril 24, 2017

 

Teste nuclear norte-coreano provoca terremoto de 5.3 magnitude. Como detectar um teste nuclear? abril 21, 2017

Como são os sismogramas provocados por uma detonação? Que diferenças existem em relação ao um que regista um sismo (de origem natural)?(Artigo muito interessante! Aplicação de princípios de geofísica na detecção de testes nucleares.)

Um sismo de 5.3 magnitudes detectado a 19 km de Sungjibaegam, na Coreia do Norte, não teve causas naturais. O tremor foi causado pela explosão da mais forte bomba nuclear já construída pelo regime do ditador Kim Jong Un.

Mapa mostra a localizacao do local do teste nuclear da Coreia do Norte, a 19 km de Sungjibaegam

Mapa mostra a localização do local do teste nuclear da Coreia do Norte, a 19 km de Sungjibaegam

Os sinais inequívocos de uma explosão atômica foram detectados pela rede sismográfica global, IRIS, que localizou um abalo raso a 19 km do leste-nordeste da província de Sungjibaegam, às 00:30 UTC do dia 09 de setembro (08 de setembro, 21h30 pelo Horário de Brasília).

A profundidade, inferior a 1 km, e a localização do evento, abaixo das coordenadas 41.29 N e 129.01 E, imediatamente chamaram a atenção das autoridades de diversos países, que passaram a suspeitar de que o sismo pudesse ter sido provocado por um artefato nuclear, uma vez que a Coreia do Norte já realizou outros testes naquela área, um deles no início de 2016.

Sismograma do teste nuclear na Coreia do Norte, como registrado pela estacao de Matsushiro, no Japao.

Sismograma do teste nuclear na Coreia do Norte, como registrado pela estação de Matsushiro, no Japão. O registro maior é a detectção do terremoto nas Ilhas Mac Quire, na Austrália. O teste nuclear é pico ráipdo de baixa amplitude.

O incremento de 0.1 na magnitude calculada, quando comparada a outros testes ali realizados, sugere que os cientistas norte-coreanos conseguiram aumentar a capacidade do artefato, estimado em 10 kilotons em TNT equivalente. O teste de janeiro de 2016 tinha potencia calculada entre 4 e 6 kilotons.

Ainda não se sabe se o teste atual foi baseado em fusão ou fissão nuclear, mas devido à necessidade de tecnologia muito mais avançada para se obter a fusão nuclear é bem possível que a explosão tenha sido provocada pelo processo de fissão do átomo. O processo é o mesmo daquele usado na bomba atômica que destruiu a cidade de Hiroxima, em 1945, e que tinha potência entre 16 e 20 kilotons.

Explosões e terremotos
Embora os registros sismográficos pareçam confusos à primeira vista, uma análise mais detalhada pode revelar sinais que permitem identificar uma explosão de qualquer tipo de um terremoto.

Comparacao entre sismogramas de uma explosao nuclear e um terremoto

Comparacao entre sismogramas de uma explosao nuclear e um terremoto

Para se ter uma ideia, uma explosão nuclear produz cerca de 70 assinaturas típicas, enquanto um terremoto gera mais de 200 sinais diferentes. Muitas vezes as nuances são tão débeis que somente o emprego de supercomputadores permite uma análise mais refinada.

No entanto, algumas diferenças são bem marcantes, pois a forma como a energia é liberada também é diferente. Enquanto uma bomba libera toda a energia em apenas uma fração de segundo, um terremoto o faz de forma muito mais lenta, que pode variar entre 1 ou dezenas de segundos. Além disso, detonações ocorrem a poucos metros da superfície, enquanto terremotos acontecem a muitos quilômetros de profundidade.

Diferente de um terremoto, uma explosão produz um distúrbio mecânico perfeitamente esférico que faz propagar as ondas do tipo P de forma extremamente eficiente. Os terremotos, ao contrário, excitam os movimentos transversos com muito mais facilidade, permitindo que as ondas do tipo S viajem com muito mais intensidade.

Essas características primárias típicas fazem com que os registros sismográficos sejam diferentes. Enquanto os terremotos apresentam ondas “P” pequenas e ondas “S” muito maiores, as explosões revelam ondas “P” muito maiores que as ondas “S”, como podemos ver no diagrama acima. Além disso, o tempo do tremor causado por uma explosão é muito menor que o de um terremoto típico.

Fonte:

http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20160909-094415.inc