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Isto é uma espécie de portofolio ;P

Simulação de um tsunami maio 23, 2017

Filed under: G- SISMOLOGIA,G-Tectónica Global,Geologia 10.º,Uncategorized — alemdasaulas @ 21:36
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Pré requisitos de sismologia (7.º ano) maio 15, 2017

Filed under: 7.º ano,Ajuda ao estudo,G- SISMOLOGIA,Uncategorized — alemdasaulas @ 21:34

Como foi prometido aos alunos do 7.º ano (2016/2017) AEV cá fica um documento de apoio ao estudo de consulta facultativa. Atenção que as figuras relativas aos tipos de onda PSL estão menos correctas pelo que essa informação deve ser ignorada.

No vosso manual têm a informação necessária.

Bom estudo!

Sismologia-Informativo- imagens erradas ondas PSL

 

Teste nuclear norte-coreano provoca terremoto de 5.3 magnitude. Como detectar um teste nuclear? abril 21, 2017

Como são os sismogramas provocados por uma detonação? Que diferenças existem em relação ao um que regista um sismo (de origem natural)?(Artigo muito interessante! Aplicação de princípios de geofísica na detecção de testes nucleares.)

Um sismo de 5.3 magnitudes detectado a 19 km de Sungjibaegam, na Coreia do Norte, não teve causas naturais. O tremor foi causado pela explosão da mais forte bomba nuclear já construída pelo regime do ditador Kim Jong Un.

Mapa mostra a localizacao do local do teste nuclear da Coreia do Norte, a 19 km de Sungjibaegam

Mapa mostra a localização do local do teste nuclear da Coreia do Norte, a 19 km de Sungjibaegam

Os sinais inequívocos de uma explosão atômica foram detectados pela rede sismográfica global, IRIS, que localizou um abalo raso a 19 km do leste-nordeste da província de Sungjibaegam, às 00:30 UTC do dia 09 de setembro (08 de setembro, 21h30 pelo Horário de Brasília).

A profundidade, inferior a 1 km, e a localização do evento, abaixo das coordenadas 41.29 N e 129.01 E, imediatamente chamaram a atenção das autoridades de diversos países, que passaram a suspeitar de que o sismo pudesse ter sido provocado por um artefato nuclear, uma vez que a Coreia do Norte já realizou outros testes naquela área, um deles no início de 2016.

Sismograma do teste nuclear na Coreia do Norte, como registrado pela estacao de Matsushiro, no Japao.

Sismograma do teste nuclear na Coreia do Norte, como registrado pela estação de Matsushiro, no Japão. O registro maior é a detectção do terremoto nas Ilhas Mac Quire, na Austrália. O teste nuclear é pico ráipdo de baixa amplitude.

O incremento de 0.1 na magnitude calculada, quando comparada a outros testes ali realizados, sugere que os cientistas norte-coreanos conseguiram aumentar a capacidade do artefato, estimado em 10 kilotons em TNT equivalente. O teste de janeiro de 2016 tinha potencia calculada entre 4 e 6 kilotons.

Ainda não se sabe se o teste atual foi baseado em fusão ou fissão nuclear, mas devido à necessidade de tecnologia muito mais avançada para se obter a fusão nuclear é bem possível que a explosão tenha sido provocada pelo processo de fissão do átomo. O processo é o mesmo daquele usado na bomba atômica que destruiu a cidade de Hiroxima, em 1945, e que tinha potência entre 16 e 20 kilotons.

Explosões e terremotos
Embora os registros sismográficos pareçam confusos à primeira vista, uma análise mais detalhada pode revelar sinais que permitem identificar uma explosão de qualquer tipo de um terremoto.

Comparacao entre sismogramas de uma explosao nuclear e um terremoto

Comparacao entre sismogramas de uma explosao nuclear e um terremoto

Para se ter uma ideia, uma explosão nuclear produz cerca de 70 assinaturas típicas, enquanto um terremoto gera mais de 200 sinais diferentes. Muitas vezes as nuances são tão débeis que somente o emprego de supercomputadores permite uma análise mais refinada.

No entanto, algumas diferenças são bem marcantes, pois a forma como a energia é liberada também é diferente. Enquanto uma bomba libera toda a energia em apenas uma fração de segundo, um terremoto o faz de forma muito mais lenta, que pode variar entre 1 ou dezenas de segundos. Além disso, detonações ocorrem a poucos metros da superfície, enquanto terremotos acontecem a muitos quilômetros de profundidade.

Diferente de um terremoto, uma explosão produz um distúrbio mecânico perfeitamente esférico que faz propagar as ondas do tipo P de forma extremamente eficiente. Os terremotos, ao contrário, excitam os movimentos transversos com muito mais facilidade, permitindo que as ondas do tipo S viajem com muito mais intensidade.

Essas características primárias típicas fazem com que os registros sismográficos sejam diferentes. Enquanto os terremotos apresentam ondas “P” pequenas e ondas “S” muito maiores, as explosões revelam ondas “P” muito maiores que as ondas “S”, como podemos ver no diagrama acima. Além disso, o tempo do tremor causado por uma explosão é muito menor que o de um terremoto típico.

Fonte:

http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20160909-094415.inc

 

 

Sismos- equivalência entre escalas janeiro 24, 2017

Filed under: G- SISMOLOGIA,Uncategorized — alemdasaulas @ 20:01
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geologia

 

“Caçadores” do tsunami de 1755 encontram sinais da onda em praias do Algarve julho 15, 2016

13 DE JULHO DE 2016 – 08:48

Investigadores procuraram e encontraram vestígios da maior catástrofe natural a afetar Portugal. Nas zonas baixas, a água chegou a mais de um quilómetro da costa.

Pedro Costa é investigador do Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e costuma identificar-se a si próprio como “caçador de tsunamis”.

Ele e uma equipa internacional de 11 investigadores de várias áreas andaram nos últimos anos à procura dos efeitos do tsunami de 1755 (a que também se pode chamar maremoto) na costa algarvia.

Um trabalho que pode parecer uma curiosidade, mas que tem utilidade prática pois ajuda a prever os efeitos de um evento semelhante no futuro e a perceber de quanto em quanto tempo é que Portugal costuma ser atingido por um tsunami tão grande.

No limite, espera-se que no futuro este tipo de estudos também resolva um mistério cuja resposta não reúne consenso entre os especialistas: qual foi o epicentro do terramoto que gerou o tsunami do século XVIII.

O investigador explica que o trabalho que já fizeram através de análises das areias em várias zonas do Algarve ou fotografias aéreas de radar permitem perceber que o tsunami de 1755 foi o único em três mil anos na costa portuguesa.

O último estudo, publicado há dias na revista científica Geomorphology, faz exatamente o retrato dos efeitos desse maremoto histórico nos cordões dunares do Algarve, nomeadamente na zona de Alcantarilha e Salgados, entre Armação de Pera e Galé.

Como encontrar sinais do tsunami

Pedro Costa admite que não é algo óbvio, mas é possível a qualquer pessoa menos experimentada, com algum esforço, encontrar em várias praias do Algarve sinais do tsunami que ‘varreu’ a costa em 1755.

O geólogo dá alguns exemplos e explica que na praia dos Salgados ou da Boca do Rio basta escavar menos de um metro para encontrar camadas arenosas relacionadas com o tsunami.

Além das areias, também há praias onde se encontram blocos de pedra diferentes do habitual, com conchas típicas de zonas mais profundas, trazidos para terra pelo evento de 1755.

Esses sinais que podem ser do tamanho “de uma melancia ou de um carro” são visíveis em algumas zonas do Algarve, mas também em Cascais, nomeadamente na Boca do Inferno ou no Cabo Raso, onde existem blocos que chegam a ter 50 toneladas e que foram “chutados” durante vários metros para terra pelas ondas do tsunami.

Para veres a notícia:

http://www.tsf.pt/sociedade/ciencia-e-tecnologia/interior/cacadores-do-tsunami-de-1755-encontram-sinais-da-onda-em-praias-do-algarve-5281653.html

 

 

Outros tsunamis que afetaram Portugal:

http://w3.ualg.pt/~jdias/GEOLAMB/GA6_Tsunamis/060_TsunHistoricos.html

 

PORTUGUESES DESCOBREM EVIDÊNCIAS DA EXISTÊNCIA DE UM MEGA TSUNAMI DE 200 METROS: 

http://www.rtp.pt/noticias/ciencias/vulcao-da-ilha-do-fogo-pode-voltar-a-produzir-megatsunami_n863088

Um artigo deveras interessante sobre evidências do tsunami de 1755

http://www.uc.pt/fluc/nicif/riscos/pub/src/SRCI/pdf/L260_artg12.pdf

 

 

 

 

Sismógrafos dezembro 27, 2015

Filed under: G- SISMOLOGIA,Geologia,Geologia 10.º,Uncategorized — alemdasaulas @ 22:01
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HORIZONTAL

VERTICAL

 

Estrutura Interna da Terra

Filed under: G- SISMOLOGIA,Geologia,G_Estrutura Interna — alemdasaulas @ 21:52

http://webgeology.alfaweb.no/webgeology_files/english/earthsinterior.html