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Isto é uma espécie de portofolio ;P

Pré requisitos de sismologia (7.º ano) maio 15, 2017

Filed under: 7.º ano,Ajuda ao estudo,G- SISMOLOGIA,Uncategorized — alemdasaulas @ 21:34

Como foi prometido aos alunos do 7.º ano (2016/2017) AEV cá fica um documento de apoio ao estudo de consulta facultativa. Atenção que as figuras relativas aos tipos de onda PSL estão menos correctas pelo que essa informação deve ser ignorada.

No vosso manual têm a informação necessária.

Bom estudo!

Sismologia-Informativo- imagens erradas ondas PSL

 

Argilas de Aveiro abril 24, 2017

 

Textura das Rochas Magmáticas abril 21, 2017

Fonte: http://www.redalyc.org/html/564/56416732003/

textura magm

 

Teste nuclear norte-coreano provoca terremoto de 5.3 magnitude. Como detectar um teste nuclear?

Como são os sismogramas provocados por uma detonação? Que diferenças existem em relação ao um que regista um sismo (de origem natural)?(Artigo muito interessante! Aplicação de princípios de geofísica na detecção de testes nucleares.)

Um sismo de 5.3 magnitudes detectado a 19 km de Sungjibaegam, na Coreia do Norte, não teve causas naturais. O tremor foi causado pela explosão da mais forte bomba nuclear já construída pelo regime do ditador Kim Jong Un.

Mapa mostra a localizacao do local do teste nuclear da Coreia do Norte, a 19 km de Sungjibaegam

Mapa mostra a localização do local do teste nuclear da Coreia do Norte, a 19 km de Sungjibaegam

Os sinais inequívocos de uma explosão atômica foram detectados pela rede sismográfica global, IRIS, que localizou um abalo raso a 19 km do leste-nordeste da província de Sungjibaegam, às 00:30 UTC do dia 09 de setembro (08 de setembro, 21h30 pelo Horário de Brasília).

A profundidade, inferior a 1 km, e a localização do evento, abaixo das coordenadas 41.29 N e 129.01 E, imediatamente chamaram a atenção das autoridades de diversos países, que passaram a suspeitar de que o sismo pudesse ter sido provocado por um artefato nuclear, uma vez que a Coreia do Norte já realizou outros testes naquela área, um deles no início de 2016.

Sismograma do teste nuclear na Coreia do Norte, como registrado pela estacao de Matsushiro, no Japao.

Sismograma do teste nuclear na Coreia do Norte, como registrado pela estação de Matsushiro, no Japão. O registro maior é a detectção do terremoto nas Ilhas Mac Quire, na Austrália. O teste nuclear é pico ráipdo de baixa amplitude.

O incremento de 0.1 na magnitude calculada, quando comparada a outros testes ali realizados, sugere que os cientistas norte-coreanos conseguiram aumentar a capacidade do artefato, estimado em 10 kilotons em TNT equivalente. O teste de janeiro de 2016 tinha potencia calculada entre 4 e 6 kilotons.

Ainda não se sabe se o teste atual foi baseado em fusão ou fissão nuclear, mas devido à necessidade de tecnologia muito mais avançada para se obter a fusão nuclear é bem possível que a explosão tenha sido provocada pelo processo de fissão do átomo. O processo é o mesmo daquele usado na bomba atômica que destruiu a cidade de Hiroxima, em 1945, e que tinha potência entre 16 e 20 kilotons.

Explosões e terremotos
Embora os registros sismográficos pareçam confusos à primeira vista, uma análise mais detalhada pode revelar sinais que permitem identificar uma explosão de qualquer tipo de um terremoto.

Comparacao entre sismogramas de uma explosao nuclear e um terremoto

Comparacao entre sismogramas de uma explosao nuclear e um terremoto

Para se ter uma ideia, uma explosão nuclear produz cerca de 70 assinaturas típicas, enquanto um terremoto gera mais de 200 sinais diferentes. Muitas vezes as nuances são tão débeis que somente o emprego de supercomputadores permite uma análise mais refinada.

No entanto, algumas diferenças são bem marcantes, pois a forma como a energia é liberada também é diferente. Enquanto uma bomba libera toda a energia em apenas uma fração de segundo, um terremoto o faz de forma muito mais lenta, que pode variar entre 1 ou dezenas de segundos. Além disso, detonações ocorrem a poucos metros da superfície, enquanto terremotos acontecem a muitos quilômetros de profundidade.

Diferente de um terremoto, uma explosão produz um distúrbio mecânico perfeitamente esférico que faz propagar as ondas do tipo P de forma extremamente eficiente. Os terremotos, ao contrário, excitam os movimentos transversos com muito mais facilidade, permitindo que as ondas do tipo S viajem com muito mais intensidade.

Essas características primárias típicas fazem com que os registros sismográficos sejam diferentes. Enquanto os terremotos apresentam ondas “P” pequenas e ondas “S” muito maiores, as explosões revelam ondas “P” muito maiores que as ondas “S”, como podemos ver no diagrama acima. Além disso, o tempo do tremor causado por uma explosão é muito menor que o de um terremoto típico.

Fonte:

http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20160909-094415.inc

 

 

Citações abril 14, 2017

Filed under: Ajuda ao estudo,Uncategorized — alemdasaulas @ 21:28
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Fotossíntese e electricidade março 26, 2017

Filed under: BIOLOGIA-10.º Ano,Biotecnologia,B_Fotossíntese — alemdasaulas @ 11:44
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Aplicações biotecnológicas surpreendem mas nem sempre chegam a mudar o Mundo (mesmo que um pequeno mundo). Porquê?

 

Filed under: Geologia,Geologia 10.º,Geologia 11.º,Vídeos — alemdasaulas @ 11:38

Divulgado pela prof.ª Paula Abreu no FB.

 

http://www.pbs.org/video/2365598165/