Alemdasaulas's Blog

Isto é uma espécie de portofolio ;P

Salamandras gigantes do Triássico março 23, 2017

Filed under: G_PALEONTOLOGIA — alemdasaulas @ 18:17
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A notícia já é de 2012 mas não deixa de ser interessante!

************************************Questões propostas:

1.- A que Era geológica  pertencem as rochas onde foram encontradas as salamandras gigantes.

2.- Porque podem ser considerados os fósseis encontrados fósseis de fácies.

3.- Como se explica a elevada densidade de fósseis no local explorado.

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Salamandras “monstruosas” com 200 milhões de anos descobertas no Algarve

As salamandras desta espécie eram do tamanho de carros e eram carnívoras.

Uma nova espécie de salamandra do período Triássico foi descoberta no Algarve por uma equipa internacional de paleontólogos. A investigação, publicada na revista científica Journal of Vertebrate Paleontology, foi liderada pela Universidade de Edimburgo mas contou com a colaboração de outras instituições incluindo a Universidade Nova de Lisboa e o Museu da Lourinhã.

A salamandra viveu há cerca de 200 milhões de anos. Centenas das criaturas terão morrido quando secou o lago que habitavam, que ficava na zona que hoje pertence a Loulé, no Algarve, deixando para trás inúmeros fósseis que estão hoje a ser escavados. O nome do anfíbio homenageia a região onde foi descoberto: Metoposaurus algarvensis.

“A riqueza do local era impressionante”, disse à Sábado um dos paleontólogos envolvidos no projeto, Octávio Mateus. “A jazida tinha uma densidade de vários crânios por metro quadrado”.

As criaturas desta espécie tinham centenas de dentes. São os antepassados das salamandras e de vários anfíbios atuais, mas o seu comportamento seria mais semelhante ao de um crocodilo, visto que eram carnívoras. “Tinha centenas de dentes afiados na sua grande cabeça plana, que era como um assento de sanita quando ficava fechada”, descreveu à BBC um dos responsáveis da investigação, Steven Brusatte da Universidade de Edimburgo.

“Esta descoberta é o exemplo de um achado de uma época da qual conhecemos muito pouco em Portugal, o Triássico, há cerca de 200 milhões de anos, altura em que viveram alguns dos primeiros dinossauros”, acrescentou Octávio Mateus.

Esta espécie e espécies parecidas de anfíbios gigantes morreram no final do período Triássico, quando a Terra foi abalada por milhares de anos de erupções vulcânicas muito violentas. É comum, portanto, encontrar locais como a escavação de Loulé, onde muitos espécimes podem ser descobertos juntos. As “grandes valas comuns de anfíbios monstruosos” são frequentes no período Triássico, contou Steven Brusatte.

A escavação continua, visto que apenas cerca de quatro metros quadrados foram explorados até agora. No entanto, apenas nesta fração da jazida já foram encontrados dez crânios e centenas de ossadas.

Fonte:

http://www.dn.pt/ciencia/interior/salamandras-monstruosas-com-200-milhoes-de-anos-descobertas-no-algarve-4472521.html

É possível visitar:

 

Fóssil março 13, 2015

Filed under: Uncategorized — alemdasaulas @ 19:36
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Fóssil (substantivo masculino): Todo e qualquer vestígio identificável, corpóreo ou de actividade orgânica, de organismos do passado, conservado em contextos geológicos, isto é, nas rochas ou mesmo em outros fósseis (do latim fossile < fossu, cavado, retirado do chão cavando).

N.B.- Não há limites cronológicos, temporais, mínimos para os fósseis. Um objecto biológico não se torna um fóssil apenas depois de um determinado número de milhares ou de milhões de anos enterrado… Não é a duração do enterramento que define o fóssil, mas sim a sua génese e o seu contexto presente. Se se trata de um objecto com origem biológica identificável (um dente, uma folha, uma pegada, um osso, etc.) e está, ou esteve, inserido num contexto geológico (enterrado em areia, petrificado, inserido numa rocha ou incluído no gelo de um glaciar, em âmbar ou em asfalto, etc.), então é um fóssil, independentemente do tempo decorrido desde o seu enterramento.

Por exemplo, neste preciso momento, em ambientes marinhos de pequena profundidade, ao longo de toda a costa portuguesa, estão a ser enterrados vestígios orgânicos (conchas, carapaças, etc.) por processos de geodinâmica externa. Ou seja, estão a formar-se os fósseis que daqui a uma dezena de milhões de anos terão 10 Ma de idade. Presentemente, esses vestígios fossilizados são extremamente recentes, têm muito pouco tempo de idade, mas o facto de serem restos orgânicos enterrados num contexto geológico torna-os, inequivocamente, fósseis. É a conjugação de duas realidades distintas, a biológica e a geológica, que define o fóssil. – ESTE ASPECTO não costuma ser discutido, mas deveria.

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Tipos de fósseis

Somatofóssil: Fóssil de restos somáticos (isto é, do corpo) de organismos do passado. 

Por exemplo, são somatofósseis os fósseis (mineralizações, incarbonizações ou moldes) de dentes, de carapaças, de folhas, de conchas, de troncos, de ossos,… ou o corpo inteiro em casos excepcionais;

Icnofóssil: Fóssil de vestígios de actividade biológica de organismos do passado. Por exemplo, são icnofósseis os fósseis (mineralizações, incarbonizações ou moldes) de pegadas, de pistas de deslocação, de marcas de dentadas, de excrementos, de ovos, de túneis e de galerias de habitação, etc.

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Principais actividades produtoras de icnostruturas

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Deslocação

estruturas produzidas: pegadas, pistas, trilhos, etc.

 Alimentação

estruturas: marcas de dentadas, gastrólitos, coprólitos, etc.

Habitação

estruturas: galerias, tocas, túneis, etc.

Reprodução

estruturas: ovos, posturas, ninhos, etc

FONTES: 

http://paleoviva.fc.ul.pt/pdfdivulgpaleo/Guiaprofs01.pdf

http://webpages.fc.ul.pt/~cmsilva/Aulas/Aulaspag/Geofcul2.htm EXCELENTES materiais do Prof. Dr. Carlos Marques da Silva   

http://fossil.uc.pt/pags/fossil.dwt

 

Serra da Freita (2.º post) abril 28, 2013

Para terem acesso ao outro post que existe no blogue sobre a Serra da Freita utilizemem por exemplo a palavra “trilobite” ou “trilobites”

As fotos na maioria são do meu colega Francisco Sousa e foram partilhadas no Facebook.

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Tipos de fósseis- Chave Dicotómica abril 22, 2013

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(Prof. Dr. Carlos Marques da Silva)

 

Fóssil

Fóssil (substantivo masculino): Todo e qualquer vestígio identificável, corpóreo ou de actividade orgânica, de organismos do passado, conservado em contextos geológicos, isto é, nas rochas (do latim fossile < fossu, cavado, retirado do chão cavando).
Tipos básicos de fósseis: somatofósseis e icnofósseis.

Somatofóssil: Fóssil de restos somáticos (isto é, do corpo) de organismos do passado. Por exemplo, fósseis de dentes, de carapaças, de folhas, de conchas, de troncos, etc.

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Outro site importante com informação interessante e bem organizada: http://www.lneg.pt/CienciaParaTodos/edicoes_online/diversos/guiao_fosseis/texto

 

Trilobites em território nacional são novamente notícia| outubro 28, 2012

 

Chaves dicotómica para tipos de fósseis outubro 29, 2010

Chavdicot_FOSSEISAinda que esta chave dicotómica remeta para terminologia mais complexa do que a exigida pelo programa… o saber não ocupa ligar quando trilhamos os caminhos da curiosidade. 😉